Se a sua atividade profissional envolve aplicativos, softwares ou sistemas (aplicações), você sabe a importância de ensinar a sua utilização de forma rápida e fácil para os usuários, não é mesmo?

Na maioria dos casos, apenas um tutorial não basta. Isso ocorre nesse segmento pois a prática é mais eficaz do que a simples observação. Daí a importância de soluções de EAD que simulam o funcionamento das aplicações, convidando o usuário a interagir com a interface de forma didática e apresentando feedbaks de acerto e erro.

O desenvolvimento de uma simulação começa quando levantamos as necessidades de negócio da sua empresa que esse projeto de EAD irá resolver. Também será preciso fazer um briefing onde iremos conhecer o público alvo, quais são as competências e habilidades que ele terá que aprender, em quanto tempo, e quais os recursos tecnológicos disponívies.

Em seguida elabora-se o Design Instrucional (DI), que é uma ferramenta para traçar as melhores estratégias de educomunicação que irão atender essas especificações. É aqui que está a inteligência do projeto, sem a qual ele não passará de um amontoado de mídias.

Uma vez pronto, o projeto de DI irá orientar a pesquisa dos conteúdos, roteiros, gravações de telas, animações, programações de interatividade e trilhas sonoras. Eventualmente, pode-se inserir também outros recursos como vídeos e ilustrações que complementarão o conhecimento do sistema e, eventualmente, explicarão as regras de negócio às quais a aplicação atende. Com isso pronto, parte-se para a finalização da simulação com muita qualidade técnica pois detalhes fazem a diferença.

Por fim, os arquivos da simulação serão disponibilizados em um LMS (que além de disponibilizar outros recursos didáticos, gera relatórios de desempenho dos alunos) e, eventualmente, acompanhados de manuais e guias de referência.