A receita é bem simples: pessoas se identificam muito mais com vídeos de pessoas e animações do que com textos estáticos.

Isso também acontece no universo da EAD, respostas emocionais ativam conexões que possibilitam o aprendizado. Por isso, cada vez mais, vídeos e animações vem sendo utilizadas como um recurso para o ensino e aprendizado, em um formato conhecido como videolearning.

Mas, apertar o “rec” não é basta para que se tenha um bom video-learning. Como proceder então?

Tudo começa com uma minuciosa análise das necessidades do negócio da sua empresa que esse videolearning irá resolver. Também será preciso fazer um briefing onde iremos conhecer o público alvo, quais são as competências e habilidades que ele terá que aprender, em quanto tempo, e quais os recursos tecnológicos disponívies.

Em seguida é elaborado o Design Instrucional (DI), que é uma maneira de projetar as melhores estratégias de educomunicação que irão atender essas especificações. É aqui que está a inteligência do projeto, sem a qual ele não passará de um amontoado de mídias.

Com o projeto de DI na mão, parte-se para a produção dos conteúdos, roteiros, vídeos, animações, ilustrações e trilhas sonoras. Com isso pronto, faz-se a edição e a finalização do videolearning com muita qualidade técnica pois detalhes fazem a diferença.

Por fim, os arquivos de videolearning serão acessados pelos alunos de qualquer dispositivo digital, podendo ser publicados no Youtube (opção mais simples) ou em um LMS (que além de poder disponibilizar outros recursos didáticos, gera relatórios de desempenho dos alunos).

VOLTAR