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Ganesha, o removedor de obstáculos

Clever Corp - Ganesha

Ganesha – o removedor de obstáculos

 

Ganesha é a divindade hindu representada na forma de um ser com cabeça de elefante e corpo de um homem com, no mínimo, dois pares de braços.

Mestre do intelecto e da sabedoria, é atribuído a ele o poder de remover obstáculos, abrir caminhos e proporcionar o sucesso e a fartura nos campos materiais e espirituais.

É o Senhor dos “bons inícios”, sendo que muitas outras propriedades são a ele associadas, como a capacidade de aniquilar o orgulho e a vaidade.

Sua graça é invocada por seus seguidores através de mantras antes de se iniciar novos ciclos e/ou atividades cujo êxito dependem da boa fortuna.

Existem muitas representações do deus elefante, algumas delas com até sete pares de braços. Em cada mão podem figurar mais de cinquenta símbolos diferentes.

Através dessa singela reverência, na forma de infográfico, desejamos que essas bênçãos te acompanhem sempre que novas jornadas se iniciarem.

O QUE VAI TER DE ALMOÇO? BIG DATA!

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No site The Rhythm of Food a turma do Google News Lab disponibiliza o resultado de um trabalho incrível que procura padrões escondidos nas tendências de busca do Google. Mais especificamente, sobre buscas de termos relacionados a alimentos.

O projeto responde à pergunta de como são feitas essas buscas. A resposta, na forma de uma página na web com infográficos interativos, é bem completa e mostra as tendências de alta e queda das buscas de receitas, ingredientes, dietas, bebidas e culinárias regionais.

Ferramentas de visualização de dados permitem detectar padrões nunca imaginados e ver o mundo de forma bem diferente do que conhecíamos.

Para gerar os infográficos foram coletados dados semanais do Google Trends (ver abaixo) dos últimos doze anos ao redor do mundo. Esses dados foram então plotados em infográficos interativos do tipo “year clock”.

Muito conhecimento pode ser extraído desse resultado. Por exemplo, o termo “diet” mostra uma evidente tendência de alta no mês de janeiro com queda crescente até dezembro (por que será?).

Infográfico do termo "diet"

Infográfico do termo “diet”


O infográfico do drinque Cosmopolitan (a base de vodca, licor de laranja, cranberry e limão) teve uma alta surpreendente em fevereiro de 2004. Nesse mesmo mês terminou a famosa série de TV “Sex and the City” que popularizou a bebida (fiquei com vontade de experimentar).

Infográfico do termo "cosmopolitan"

Infográfico do termo “cosmopolitan”

 

As buscas do termo “aspargo” na Alemanha está fortemente concentrado nos meses de abril e maio, que coincidem com a safra desse saboroso vegetal no país europeu.

Infográfico do termo "aspargo"

Infográfico do termo “aspargo”

 

Além desses, existem outros destaques de padrões bem interessantes e você também pode fazer pesquisas por conta própria utilizando a sua primorosa interface de usuário (user interface).

Para o projeto The Rhythm of Food foram analisados centenas de ingredientes, receitas e outros termos associados a alimentação. Todos os dados da pesquisa foram fornecidos pelo Google Trends além da ajuda do Google Knowledge Graph, uma ferramenta incrível que permite, por exemplo, distinguir o termo “café” bebida” do termo “café” estabelecimento comercial onde se toma café.

 

AGORA É A SUA VEZ

Muita gente não sabe, mas o Google disponibiliza uma ferramenta para a visualização dos termos mais buscados na internet desde 2004. Se você acessar o Google Trends e fizer uma consulta sobre o termo “repolho”, selecionando a opção “2004 – presente”, verá um gráfico com a evolução desse termo como ele foi buscado no Google nos últimos doze anos.

É possível incluir outros termos para efeito de comparação. Por exemplo, “couve”. Então, surge um novo gráfico onde são apresentadas as evoluções das buscas dos dois termos no mesmo período.

clever_corp_rimo_do_alimento_01

No eixo temos x a distribuição de tempo. No eixo y os números representam o interesse de pesquisa,
sendo 100 o pico de popularidade de um termo e 0 a sua impopularidade.

 

O que será que determina as oscilações de alta e baixa na busca de um termo. Podem ser diversos fatores, como vimos nos exemplos do The Rhythm of Food, e a ferramenta permite inserir novos termos de busca para inferir os motivos dessas variações.

A ferramenta também permite filtrar por região (país, estado), período, categorias e tipos de mídia. Os resultados são sempre apresentados utilizando o que há de melhor na visualização de dados (os caras do Google sabem dar valor ao que importa).

A essa hora você deve estar pensando quanta coisa pode ser feita com essa ferramenta. Sim, é muita coisa. Além das óbvias pesquisas de Marketing, é possível extrair conhecimento de como as pessoas, se comportam, pensam e aprendem.

Ferramentas de visualização de dados como essa nos permitem detectar padrões nunca imaginados e ver o mundo de forma bem diferente do que conhecíamos.

 

E O QUE MAIS?

Esse exemplo mostra o que pode ser feito com um monte de números colhidos no big data. E nas frestas dessa breve reflexão vislumbramos o que está para surgir na educação regular, educação corporativa e gestão do conhecimento.

Mas o que mais me fascina em projetos como esses é a possibilidade de humanizar o material proveniente do big data. Humanizar aqui significa dar a eles um propósito, torna-los relevantes e úteis para as pessoas. E esse grau de sofisticação só pode ser atingido se forem suficientemente belos e funcionais.

 

LINKS

The Rhythm of Food
Google News Lab
Google Knowledge Graph
Google Trends
Cosmopolitan

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KMBrasil 2016

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Esta série de infográficos criados por Gian Zelada são o resultado da facilitação gráfica que documentou os três dias da KM Brasil 2016, o maior evento de Gestão do Conhecimento – GC – do Brasil promovido pela Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento – SBGC.

Com o tema central o “Conhecimento que Faz Diferença: inteligência e colaboração criando eficiência e inovação”, o congresso contou com a participação de palestrantes, executivos e especialistas renomados e experientes profissionais de GC. Também houveram momentos de colaboração, discussão aberta, casos, insights, métodos e propostas de soluções focados na gestão do conhecimento.

 

KM Brasil 2016 - Facilitação Gráfica Gian Zelada KM Brasil 2016 - Facilitação Gráfica Gian Zelada KM Brasil 2016 - Facilitação Gráfica Gian Zelada KM Brasil 2016 - Facilitação Gráfica Gian Zelada KM Brasil 2016 - Facilitação Gráfica Gian Zelada KM Brasil 2016 - Facilitação Gráfica Gian Zelada

 

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6 PASSOS PARA O EAD DA SUA EMPRESA FUNCIONAR

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clever_corp_infografico_ead_redux

Clique na imagem para ampliá-la.

Em quase duas décadas de atuação no segmento de Ensino a Distância – EAD para Educação Corporativa, dei várias cabeçadas tentando aprender qual é a melhor forma de trabalhar.

O grande drama sempre foi como equilibrar agilidade e controle sem comprometer a criatividade e o rigor. Em outras palavras, encontrar as melhores práticas de Gerenciamento de Projetos aplicadas ao Design Instrucional – DI.

Podemos definir o Design Instrucional como sendo o método com que vamos disponibilizar um conjunto de informações (conteúdo) para que  público alvo (alunos) as transformem em conhecimento (aprendizado).

No âmbito da Educação Corporativa, deve-se considerar ainda que os alunos precisam aplicar esse conhecimento nas suas atividades profissionais, criando assim valor para a empresa.

Todo projeto de EAD voltado para a Educação Corporativa (também conhecido como e-learning) deve atender a uma necessidade estratégica da organização.

Vale lembrar que o design instrucional pode ser aplicado tanto para atividades de ensino presencial, a distância ou no modelo híbrido (blended learning).

Existem vários modelos de Design Instrucional, sendo os mais conhecidos o ADDIE, o SAM, o Action Mapping e o de Dick & Carey. O que eles tem em comum é a proposta de oferecer uma base teórica para o trabalho dos designers instrucionais.

Nesse artigo proponho uma releitura do modelo ADDIE, sigla de Analy­sis (Análise), Design (Desenho), Devel­op­ment (Desen­volvi­mento), Imple­men­ta­tion (Imple­men­tação) e Eval­u­a­tion (Avali­ação). Em seis passos, concentro o núcleo do DI no terceiro, diferenciando os demais pelas suas atividades chave.

Longe de ser a definitiva, essa abordagem é uma visão simplificada em seis passos de como se implementa o EAD nas organizações.

 

1. Análise

Todo projeto de EAD voltado para a Educação Corporativa (também conhecido como e-learning) deve atender a uma necessidade estratégica da organização. Isso quer dizer, o desenvolvimento de algum(s) conhecimento, habilidade e/ou atitude nos seus colaboradores para que eles supram a essa necessidade.

Atualmente é muito comum o desenvolvimento de programas de EAD no ambiente corporativo em que o público alvo esteja fora da organização, como fornecedores, clientes ou comunidade.

Para organizações mais maduras, essa necessidade estratégica está claramente mapeada através de ferramentas de gestão como o Balanced Scorecard – BSC, por exemplo. Em casos em que ela não está tão definida, é necessário um mapeamento mais detalhado por parte dos planejadores do EAD.

 

2. Briefing

Nessa fase são levantados os requisitos do projeto para atender a demanda do EAD.

Primeiro é preciso conhecer do público alvo sua idade, ocupação, habilidade com os meios digitais, grau de instrução entre outras informações. Em seguida identifica-se quais os conhecimentos, habilidades e/ou atitudes deverão ser desenvolvidos no público alvo. Depois busca-se saber se já existem conteúdos disponíveis para a montagem do EAD ou se será necessário pesquisá-los e desenvolvê-los. Por fim, é preciso saber quais os recursos humanos, tecnológicos e comunicacionais serão disponibilizados para a realização do EAD no prazo esperado.

O briefing pode ser melhor aproveitado quando temos em mãos um questionário bem elaborado para nos guiar e praticamos a arte do “ouvir”.

 

3. Design instrucional

Aqui é elaborado um projeto com as melhores estratégias educomunicacionais que irão atender as especificações do que foi levantado nos passos anteriores.

Ao fazer o Design Instrucional – DI, estamos planejando como os conteúdos, recursos educacionais, comunicacionais e tecnológicos serão combinados para que o EAD tenha sucesso. Ou seja, é o DI que irá garantir, em grande parte, que os usuários irão aprender o que interessa.

Aqui entra a figura do especialista, ou Sub­ject Mat­ter Expert – SME, que é o responsável por fornecer os conteúdos necessários para a estruturação do EAD. Atuando como autor ou curador, o especialista trabalha ao lado do designer instrucional produzindo os alicerces do EAD.

Um dos documentos gerados por essa dupla é o storyboard, que é um tipo de guia visual. Ao juntar esboços visuais com informações textuais, ele permite um rápido entendimento do que o produto final terá.

 

4. Produção de mídias

Com os storyboards prontos e aprovados passa-se à coordenação do trabalho de especialistas, técnicos e criativos na pesquisa de conteúdos, produção e finalização de mídias.

  • Os criativos atuam em áreas distintas como texto, áudio (locução, efeitos sonoros e música) e imagens (fotografia, vídeo, ilustração, animação e diagramação);
  • Os técnicos são responsáveis pela programação, integração e bom funcionamento dos recursos interativos que compôem o EAD;
  • Os especialistas acompanham os trabalhos e validam os materiais produzidos;

O gerente de projeto coordena a equipe para que tudo fique bem feito, no prazo esperado e dentro do orçamento.

 

5. Implementação de mídias

Agora que as mídias já estão prontas é preciso disponibilizá-las para os usuários em uma plataforma de gestão de ensino e aprendizado, também conhecidas como Learning Management Sistem – LMS.

Atualmente existem vários LMSs, alguns dos quais rodando na nuvem em modelo Software as a service – SaaS. Nesse modelo o fornecedor se responsabiliza por toda a estrutura necessária para a disponibilização do sistema e o cliente utiliza o sistema via internet, pagando por licensas individuais pelo serviço oferecido.

Nos casos em que é exigido um controle mais rigoroso, também não faltam opções de LMSs rodando nos servidores das empresas.

Seja como for, o primeiro passo é configurar o LMS para em seguida fazer o upload das mídias e testes na plataforma.

 

6. Acompanhamento

Agora que o EAD está implementado chegou a hora de acompanhar o acesso dos alunos aos conteúdos.

Em alguns casos, faz-se necessária a tutoria onde uma pessoa capacitada conduzirá o andamento do curso, auxiliando os alunos no que se refere aos aspectos técnicos da plataforma e também dos conteúdos do EAD.

Os acessos dos alunos e seus resultados nas avaliações são registrados no LMS e apresentados na forma de gráficos. O propósito é permitir aos gestores de RH ou responsáveis pelos treinamentos interpretaram os resultados e tomarem as melhores decisões no menor tempo possível.

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METODOLOGIAS DE PARTICIPAÇÃO E CONVERSAÇÃO

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2016_05_24_P

Clique na imagem para visualizar o infográfico completo.

Este infográfico é resultado da facilitação gráfica realizada no dia 24/05/2016 em um encontro promovido pela SGBC em São Paulo – SP sobre o tema Metodologias de Participação e Conversação.

Clique na imagem ao lado para visualizar o infográfico completo ou abaixo no formato apresentação.

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