Tim Brown e o Design Thinking

Tim Brown e o Design Thinking


 

O Design Thinking surgiu no início do século XXI como uma metodologia para a solução de problemas complexos. Ele se caracteriza por unir o pensamento analítico como pensamento intuitivo e é baseado em três princípios: empatia, colaboração e experimentação.

Falhe muitas vezes para ter sucesso mais cedo.

Tim Brown

ram Charam e o pipeline de liderança

Ram Charam e o pipeline de liderança

Na nova economia as pessoas passam a ter cada vez mais valor dentro das empresas.

Por esse motivo, novos desafios de liderança são lançados no mundo do trabalho.

Agora, além de serem necessárias novas habilidades de liderança horizontais, os líderes devem mudar o foco dos seus trabalhos à medida que a empresa cresce.

“As organizações [falham ao promover] as pessoas esperando que tenham o conhecimento e as habilidades necessárias para dar conta do trabalho, e não o conhecimento e as habilidades para lidar com um nível específico de liderança.”

Ram Charam

Oficina de Design Thinking no Projeto Ampliar

Oficina de Design Thinking no Projeto Ampliar

Depoimento dos resultados obtidos na oficina de Design Thinking aplicada para os jovens do Projeto Ampliar em agosto de 2018.

Clever Corp - Burrhus Skinner

Burrhus F. Skinner e o comportamentalismo

O comportamentalismo é uma abordagem pedagógica na qual, o aprendizado ocorre na medida em que são adquiridos novos comportamentos. Assim, para que uma pessoa possa agir de uma maneira específica, basta aplicar-lhe um treinamento que determina essa forma de agir.

Um fracasso nem sempre é um erro, pode ser simplesmente o melhor que se fez em determinada circunstância. O verdadeiro erro é parar de tentar.
Burrhus F. Skinner

Clever Corp - Peter Senge

Peter Senge e as organizações que aprendem

Nos anos 90 a visão linear da Administração de empresas começou a ser questionada por um jovem engenheiro da Califórnia.
Ele observou que, enquanto o mundo dos negócios ficava mais complexo, as empresas mais competitivas eram as que descobriam como desenvolver a capacidade de aprender das pessoas em todos os níveis da organização.
Essas são as chamadas Organizações que Aprendem.

A única vantagem competitiva sustentável é a capacidade de uma organização aprender mais rápido que a concorrência.

Peter Senge

Jack Welch e a capacidade das organizações aprenderem

Jack Welch e a capacidade das organizações aprenderem

Jack Welch e a capacidade das organizações aprenderem

Jack Welch foi CEO da GE durante 20 anos. Alguns de seus traços mais marcantes, como o “Gerente do Século”, foi a perseguição incansável da burocracia e a aplicação de inúmeras inovações gerenciais. Para ele, a franqueza e uma certa informalidade são indispensáveis no ambiente de trabalho. Elas garantem o aprendizado, a agilidade nas tomadas de decisão e a libração do potencial das pessoas.

A capacidade de uma organização para aprender, e traduzir rapidamente essa aprendizagem em ação, é a vantagem competitiva decisiva.
Jack Welch

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FACILITAÇÃO DE METODOLOGIAS PARTICIPATIVAS

Infográfico com o resultado da facilitação gráfica realizada na Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento no evento “Facilitação de Metodologias Participativas”. O evento foi conduzido por Maria Fernanda Teixeira da Costa e ocorrido em maio de 2018 em São Paulo, SP.em São Paulo – SP.

O QUE VAI TER DE ALMOÇO? BIG DATA!

No site The Rhythm of Food a turma do Google News Lab disponibiliza o resultado de um trabalho incrível que procura padrões escondidos nas tendências de busca do Google. Mais especificamente, sobre buscas de termos relacionados a alimentos.

O projeto responde à pergunta de como são feitas essas buscas. A resposta, na forma de uma página na web com infográficos interativos, é bem completa e mostra as tendências de alta e queda das buscas de receitas, ingredientes, dietas, bebidas e culinárias regionais.

Ferramentas de visualização de dados permitem detectar padrões nunca imaginados e ver o mundo de forma bem diferente do que conhecíamos.

Para gerar os infográficos foram coletados dados semanais do Google Trends (ver abaixo) dos últimos doze anos ao redor do mundo. Esses dados foram então plotados em infográficos interativos do tipo “year clock”.

Muito conhecimento pode ser extraído desse resultado. Por exemplo, o termo “diet” mostra uma evidente tendência de alta no mês de janeiro com queda crescente até dezembro (por que será?).

Infográfico do termo "diet"

Infográfico do termo “diet”


O infográfico do drinque Cosmopolitan (a base de vodca, licor de laranja, cranberry e limão) teve uma alta surpreendente em fevereiro de 2004. Nesse mesmo mês terminou a famosa série de TV “Sex and the City” que popularizou a bebida (fiquei com vontade de experimentar).

Infográfico do termo "cosmopolitan"

Infográfico do termo “cosmopolitan”

 

As buscas do termo “aspargo” na Alemanha está fortemente concentrado nos meses de abril e maio, que coincidem com a safra desse saboroso vegetal no país europeu.

Infográfico do termo "aspargo"

Infográfico do termo “aspargo”

 

Além desses, existem outros destaques de padrões bem interessantes e você também pode fazer pesquisas por conta própria utilizando a sua primorosa interface de usuário (user interface).

Para o projeto The Rhythm of Food foram analisados centenas de ingredientes, receitas e outros termos associados a alimentação. Todos os dados da pesquisa foram fornecidos pelo Google Trends além da ajuda do Google Knowledge Graph, uma ferramenta incrível que permite, por exemplo, distinguir o termo “café” bebida” do termo “café” estabelecimento comercial onde se toma café.

 

AGORA É A SUA VEZ

Muita gente não sabe, mas o Google disponibiliza uma ferramenta para a visualização dos termos mais buscados na internet desde 2004. Se você acessar o Google Trends e fizer uma consulta sobre o termo “repolho”, selecionando a opção “2004 – presente”, verá um gráfico com a evolução desse termo como ele foi buscado no Google nos últimos doze anos.

É possível incluir outros termos para efeito de comparação. Por exemplo, “couve”. Então, surge um novo gráfico onde são apresentadas as evoluções das buscas dos dois termos no mesmo período.

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No eixo temos x a distribuição de tempo. No eixo y os números representam o interesse de pesquisa,
sendo 100 o pico de popularidade de um termo e 0 a sua impopularidade.

 

O que será que determina as oscilações de alta e baixa na busca de um termo. Podem ser diversos fatores, como vimos nos exemplos do The Rhythm of Food, e a ferramenta permite inserir novos termos de busca para inferir os motivos dessas variações.

A ferramenta também permite filtrar por região (país, estado), período, categorias e tipos de mídia. Os resultados são sempre apresentados utilizando o que há de melhor na visualização de dados (os caras do Google sabem dar valor ao que importa).

A essa hora você deve estar pensando quanta coisa pode ser feita com essa ferramenta. Sim, é muita coisa. Além das óbvias pesquisas de Marketing, é possível extrair conhecimento de como as pessoas, se comportam, pensam e aprendem.

Ferramentas de visualização de dados como essa nos permitem detectar padrões nunca imaginados e ver o mundo de forma bem diferente do que conhecíamos.

 

E O QUE MAIS?

Esse exemplo mostra o que pode ser feito com um monte de números colhidos no big data. E nas frestas dessa breve reflexão vislumbramos o que está para surgir na educação regular, educação corporativa e gestão do conhecimento.

Mas o que mais me fascina em projetos como esses é a possibilidade de humanizar o material proveniente do big data. Humanizar aqui significa dar a eles um propósito, torna-los relevantes e úteis para as pessoas. E esse grau de sofisticação só pode ser atingido se forem suficientemente belos e funcionais.

 

LINKS

The Rhythm of Food
Google News Lab
Google Knowledge Graph
Google Trends
Cosmopolitan

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KMBrasil 2016

Esta série de infográficos criados por Gian Zelada são o resultado da facilitação gráfica que documentou os três dias da KM Brasil 2016, o maior evento de Gestão do Conhecimento – GC – do Brasil promovido pela Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento – SBGC.

Com o tema central o “Conhecimento que Faz Diferença: inteligência e colaboração criando eficiência e inovação”, o congresso contou com a participação de palestrantes, executivos e especialistas renomados e experientes profissionais de GC. Também houveram momentos de colaboração, discussão aberta, casos, insights, métodos e propostas de soluções focados na gestão do conhecimento.

 

KM Brasil 2016 - Facilitação Gráfica Gian Zelada KM Brasil 2016 - Facilitação Gráfica Gian Zelada KM Brasil 2016 - Facilitação Gráfica Gian Zelada KM Brasil 2016 - Facilitação Gráfica Gian Zelada KM Brasil 2016 - Facilitação Gráfica Gian Zelada KM Brasil 2016 - Facilitação Gráfica Gian Zelada

 

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Microlearning

A explosão do Microlearning

Como o nome já sugere, o microlearning é uma solução de ensino a distância que utiliza módulos de aprendizagem reduzidos para construir gradualmente o conhecimento.

Apesar de se valer da regra  “menos é mais”, não se trata de simplesmente dividir o conteúdo de um treinamento tradicional em partes pequenas. O design instrucional do microlearning exige soluções diferentes das utilizadas nos formatos tradicionais do e-learning.

É uma tendência explosiva na Educação Corporativa que vem sendo impulsionada por três fatores: a crescente utilização de smartphones, o aumento da presença de pessoas geração Y e a pressão para a obtenção de cursos ágeis com baixo custo de desenvolvimento, implantação e manutenção.

Por utilizarem módulos de aprendizagem com tempo reduzido e linguagem simplificada, os conteúdos do microlearning são muito mais fáceis de serem apreendidos pois a carga cognitiva fica otimizada.

Carga cognitiva – quantas unidades discretas de informação podem ser mantidas na memória de curto prazo antes que ocorra a perda de informação.

Além de apresentarem baixos custos de desenvolvimento e atualização, os cursos no formato de microlearning são muito convenientes por causa da sua simplicidade e agilidade de acesso. Com isso, os benefícios logo aparecem para as empresas que os adotam. Alguns resultados que o microlearning pode propiciar para as empresas são:

  • Fortalecimento dos ponto de retenção de uma franquia (relevância) – cursos disponibilizados no formato de microlearning torna o vínculo dos franqueados muito mais forte. Temas como melhoria de qualidade, mudança de normas, procedimentos e tendências de mercado podem fazer parte dos cursos no formato microlearning;
  • Aumento dos resultados de vendas  (agilidade) – a equipe de vendas é preparada e atualizada utilizando seus smartphones em campo. A estratégia de distribuição dos conteúdos é coordenada a distância com foco no aumento dos resultados;
  • Diminuição do tempo de integração (engajamento) – além das atividades presenciais, o programa de integração de novos colaboradores é integrado com a plataforma de microlearning. A base de conteúdos fica disponível no portal da Universidade Corporativa e pode ser acessada no momento mais conveniente para o colaborador;
  • Melhora do clima organizacional (eficácia) – desgastes e falhas são evitados pois os colaboradores tem sempre a sua disposição conteúdos atualizados sobre cidadania corporativa, contexto empresarial e competâncias básicas;
  • Engajamento dos clientes (qualidade) – os clientes aprendem a utilizar os produtos e serviços através de cursos no formato microlearning. Além do funcionamento e características técnicas, podem ser difundidas informações mais amplas tais como aplicações específicas e casos de uso. Além do engajamento do cliente, essa ação pode representar uma diminuição expressiva da carga sobre o SAC da empresa.

Desenvolver um projeto de microlearning exige cuidados especiais.  Para que todo potencial do microlearning seja alcançado, sugere-se as seguintes práticas:

  1. Manter o foco nas necessidades do aluno no contexto em que ele necessitará daquele conhecimento;
  2. Passar a informação de forma direta, através de roteiros enxutos;
  3. Apresentar um único objetivo de aprendizagem por módulo;
  4. Permitir que o aluno faça as suas próprias trilhas de aprendizado (e eventualmente sugerir outras);
  5. Possibilitar o reuso de módulos em cursos diferentes;
  6. Priorizar a utilização de vídeos, animações e infográficos como meio de exposição de conteúdo;
  7. Dar a opção para o aluno responder uma avaliação de aprendizado no final de cada módulo.

Exemplos abertos de microlearning são a Khan Acadmy, as palestras do TED Talks e os canais educativos do Youtube. Em Educação Corporativa essa iniciativa tem apresentado melhoras no desempenho dos alunos, retorno de investimento e baixos custos de implantação.

Por esses motivos, tudo indica que o microlearning é uma tendência que veio para ficar.

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